| Duração | 5 dias |
|---|---|
| Nível | Expedição |
Próximas saídas
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Grupos de até 8 pessoas. Toque numa data para ver e reservar (a página de reserva está em espanhol).
A entrada é pelo lado leste do Parque Nacional Los Glaciares, na Seccional Guanaco. O primeiro dia é uma ponte pênsil e só um quilômetro até o acampamento, na beira do rio, entre lengas e ñires. É de propósito: se arma o acampamento com calma, se ajeitam as mochilas e se olha o vale que se sobe no dia seguinte.
No segundo dia o vale do Guanaco passa dos campos e dos mallines, os banhados da estepe, para o bosque e depois para o terreno alpino: 14 km até o acampamento abaixo do Paso Sombrero, a uns 1.200 m. Boa parte da travessia é fora de trilha marcada. O guia lê a encosta, escolhe onde cruzar o rio e onde montar as barracas protegidas do vento, que aqui desce do gelo sem avisar. Se o tempo deixar, se sobe aos mirantes da Laguna Azul.
No terceiro dia se cruza o Paso Sombrero, a uns 1.500 m. Do alto aparece o Campo de Gelo Patagônico Sul, e do branco saem o Murallón, o Cono e o Don Bosco. Depois se desce em direção ao Lago Tannhauser até o Campamento de los Toros, num bosque de lenga ao lado de um arroio.
No quarto dia se chega à Estancia Cristina pelo bosque nativo; conforme a logística, o último trecho pode ser a cavalo. Quem preside a estância hoje é Alberto Del Castillo, guia de montanha que chegou a El Chaltén em 1985 e fundou a Fitz Roy Expediciones. Para nós, chegar ali a pé é chegar em casa de gente nossa.
No quinto dia se sobe de 4×4 até a serra de Feruglio, aos mirantes do Glaciar Upsala, do Lago Guillermo e do gelo continental. Depois se desce a pé pelo Cañón de los Fósiles, o cânion dos fósseis, e se volta de barco pelo Lago Argentino.
Roteiro
- 01Dia 1 · Seccional Guanaco, ponte pênsil e acampamento na beira do rio entre lengas e ñires: 1 km
- 02Dia 2 · vale do Guanaco até o acampamento abaixo do Paso Sombrero: 14 km, 6–7 horas, +650 m
- 03Dia 3 · Paso Sombrero (1.500 m), o Campo de Gelo Sul e descida ao Campamento de los Toros: 13 km, +350/−650 m
- 04Dia 4 · pelo bosque nativo até a Estancia Cristina: 8 km
- 05Dia 5 · 4×4 na serra de Feruglio, Glaciar Upsala, Cañón de los Fósiles e volta de barco: 14 km
Perguntas frequentes
Quantos dias tem a travessia do Guanaco à Estancia Cristina?
Cinco dias: quatro a pé até a Estancia Cristina e um quinto entre o Glaciar Upsala, o Cañón de los Fósiles e a navegação pelo Lago Argentino.
Quanto custa o trekking até a Estancia Cristina pelo Río Guanaco?
Preço sob consulta: depende da data e do grupo. Escreva no WhatsApp (+54 9 2494 62 6852) ou para contact@fitzroyexpediciones.com.ar e mandamos o orçamento.
Qual é o ponto mais alto?
O Paso Sombrero, a uns 1.500 m, no terceiro dia.
Do Paso Sombrero dá para ver o Campo de Gelo Patagônico Sul?
Sim, com céu aberto: o Murallón, o Cono e o Don Bosco. Na Patagônia ninguém promete o tempo, mas é por esse dia que se faz esta travessia.
É difícil?
É uma expedição: dias de até 6–7 horas com mochila, trechos sem trilha e terreno alpino acima dos 1.200 m. Não precisa escalar, mas precisa ter experiência em trekking de vários dias.
Como se volta da Estancia Cristina?
No último dia, de barco pelo Lago Argentino, depois do Glaciar Upsala e do Cañón de los Fósiles.
Precisa pagar entrada no parque?
Sim. As trilhas ficam dentro do Parque Nacional Los Glaciares. Desde 1/6/2026 o dia custa 50.000 pesos argentinos para estrangeiros, pagos com QR ou cartão (não aceitam dinheiro). A entrada não está incluída no passeio.
Os guias falam português?
Nossos guias falam espanhol e inglês. Na montanha, um pouco de portunhol resolve quase tudo.

